“O despertar dos Gatos – Blog

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Minhas Líricas E Narrativas

Desde muito nova que tenho gosto pela escrita, pelas palavras, pela necessidade de sintetizar emoções, e descrevê-las. Gosto da beleza da literatura, da lírica. As emoções, para mim, são quase como melodia. Gosto de as escrever, e depois as ler, e ouvir sobre elas.

Não escrevo por nenhum motivo em especial – não para minhas “líricas” ficarem conhecidas – mas porque, acima de tudo, sou amante da escrita.

Escrevo sobre a melodia que toca no meu coração, sobre a dança que são os meus sentidos !

Crónicas, ideias, pensamentos e emoções…

Aqui, falo de tudo o que me é inerente. Mas do interior, essencialmente...

Hibernus

Não me é permitido pensar nisso, pela minha natureza idealista. Vejo, cá dentro, partes de fantasia que não sei se alguma vez se vão tornar reais. Sinto as mesmas sensações, que sinto quando cai o inverno sobre a atmosfera – o frio – alguma coisa me liga, mesmo na distância infinita da realidade que mergulhaContinuar lendo “Hibernus”

Setenta Vezes Sete

Estou com trinta. Hoje é domingo e apeteceu-me falar sobre realidades. Estava sentada, quando uma coisa me saltou à vista. Imediatamente, proferi silenciosamente, teorias acerca, teorias essas, que de repente me levaram a um excesso de realidade – sofro muitas vezes deste síndrome – excesso de realidade – já escrevi sobre ele. E entretanto lembrei-meContinuar lendo “Setenta Vezes Sete”

(Excesso de) Lucidez

Gozo de um excesso de lucidez. Quem não pensa, não sabe. Não se conhece, nem conhece os labirintos do mistério, das perguntas, das justificações, das probabilidades… Quem pensa demais, sofre demais, sente demais, mas goza de qualquer coisa que não sabe bem definir, talvez um excesso de lucidez, de pensamentos compulsivos, ou de um estadoContinuar lendo “(Excesso de) Lucidez”

(Não há) Vácuo

Hoje queria dizer muita coisa a todas as vezes que duvidei dos meus momentos – hoje, a dúvida já não suga a vitalidade da minha crença, nem sequer sujeito a minha mente a tantas interrogações sobre o tempo – foi com o tempo que aprendi sobre o meu (próprio) momento. A imensidão da força daContinuar lendo “(Não há) Vácuo”

Primeiramente, viver

É a força. Não é aquela que exerces quando levantas um peso, hoje em dia, nos ginásios. É aquela que está nas entranhas da alma. Na mente. Aquela força que faz dar um murro na mesa e dizer “chegou a hora” – “se é isto que é preciso fazer, é isto que eu vou fazer”Continuar lendo “Primeiramente, viver”

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